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Espetáculo | CAETANA
DUAS COMPANHIAS | recife - pe
Faixa etária livre
Duração 1h
Caetana, poética forma de denominar a morte. A encenação resgata elementos do teatro das tradições populares e os transforma em linguagens renovadas de contemporaneidade. Na peça, Benta, uma rezadeira que, depois de indicar o caminho do além para várias almas perdidas, se vê diante de seu próprio encontro com a Caetana, a morte. Chegando ao Reino do Invisível, Benta reencontra as almas anteriormente encomendadas por ela que aparecem em forma de bonecos. Caetana é um espetáculo experimental que renova-se a cada encontro com o espectador, que fala nas imagens, nas palavras, nos sons e no imaginário, a linguagem poética do humano, o Nordeste renovado na cena. Caetana é Teatro de Celebração, de Encantamento e Diversão.
Ficha técnica
Texto Moncho Rodriguez e Weydson Barros Leal / Direção Geral Moncho Rodriguez / Elenco Fabiana Pirro e Lívia Falcão / Cenário, Figurinos, Bonecos e Adereços Moncho Rodriguez / Criação e Execução de Iluminação Luciana Raposo / Maquiagem Fabiana Pirro e Lívia Falcão / Trilha Sonora Narciso Fernandes / Execução de Sonoplastia Marcelo Sampaio / Cenotécnico e Contra Regra Valter Nascimento / Identidade Visual Tito França / Foto Roberta Guimarães / Produção Lívia Falcão e Fabiana Pirro.Espetáculo | FRANKENSTEIN
Cia. Polichinelo | são paulo - sp
Faixa etária 6 anos
Gênero teatro de animação
Duração 50min
Victor Frankenstein está em seu laboratório, muito ocupado na costura de uma imensa criatura. Ao ser atingida por um raio, a criatura finalmente ganha vida, mas é abandonada por Victor, que foge de sua própria criação. Sozinha, a criatura passa a andar pelas redondezas do castelo, o que causa grande susto. Com medo, as pessoas recusam a aproximação com o "monstro", mas ele encontra amizade em alguns curtos momentos. Depois de ler sua história no diário de Victor, a criatura pensa que pode ser aceita pelo seu criador e o procura. O cientista, ainda temeroso, se afasta. Não aceita e agredida pela população, a criatura torna-se um monstro, e pode atacar a qualquer momento!
Ficha técnica
Conto original Mary Shelley / Adaptação Márcio Pontes / Direção Márcio Pontes / Assistência de direção Yuri Valério / Equipe de criação Carolina Jorge, Jota R, Cassiano Ramos, Márcio Pontes, Ricardo Dimas e Yuri Valério / Figurino Márcio Pontes (criação) e Elizabetn Ferreira (confecção) / Bonecos e cenário Márcio Pontes / Músicas Luciano Pedro Antônio / Mixagem Studio G7 Produções / Sonoplastia e iluminação Yuri Valério / Elenco Betto Marx, Márcio Pontes, Ricardo Dimas e Carolina Jorge / Apoio técnico Valter Oliveira / Produção Cia. Polichinelo de Teatro de BonecosEspetáculo | rebu
Teatro Independente | rio de janeiro - rj
Faixa etária 14 anos
Gênero tragicomédia
Duração 75min
Matias e Bianca são recém-casados e moram numa casa isolada em meio a um descampado. O casal se prepara para receber Vladine, irmã doente de Matias, que traz consigo seu bem mais precioso: Natanael, uma espécie de filho. A hiperbólica e exigida cautela com a saúde da hóspede e a presença do seu acompanhante fazem com que Bianca, aos poucos, crie uma rivalidade com ambos, levando o embate às últimas consequências.
Ficha técnica
Direção Vinícius Arneiro / Texto Jô Bilac / Elenco Carolina Pismel, Diego Becker, Júlia Marini e Paulo Verlings / Cenário Daniele Geammal / Figurino Marcelo Olinto / Iluminação Paulo César Medeiros / Trilha sonora original Luciano Corrêa / Produção Teatro IndependenteEspetáculo | ESSA FEBRE QUE NÃO PASSA
COLETIVO ANGU DE TEATRO | recife - pe
Faixa etária 16 anos
Duração 1h15min
Cinco contos do livro Essa Febre que Não Passa, da jornalista pernambucana Luce Pereira, servem ao Coletivo Angu de Teatro como matéria-prima para um mergulho no universo feminino. Despontam no meio da ficção, povoado por mais de nove mulheres, momentos onde são narradas experiências pessoais das próprias atrizes.
Ficha técnica
Texto Luce Pereira / Encenação André Brasileiro e Marcondes Lima / Direção de arte Marcondes Lima / Direção musical e trilha sonora original Henrique Macedo / Preparação Corporal, Aplicação de método e Viewpoints Amanda Lyra / Plano de Luz Luciana Raposo / Criação e Edição de Vídeos Tuca Siqueira / Elenco Ceronha Pontes, Hermila Guedes, Hilda Torres, Márcia Cruz, Mayra Waquim, Nínive Caldas / Violoncelo Josi Guimarães / Direção de Produção Tadeu Gondim / Produção Executiva Ivo Barreto e Nínive Caldas / Identidade Visual Daniela Borel / Operador de Luz Sávio Uchoa / Operador de Som Arilson Lopes / Confecção de Figurinos Maria Lima / Gravação, mixagem e masterização Henrique Macedo / Assessoria de Imprensa Bruno Albertim / Fotografias Rafael Escócio / Projetor Tom vídeo / Operador de projetor Fernando Araújo / Realização Coletivo Angu de Teatro e Atos Produções Artísticas.Espetáculo | a barca
GRUPO GRIAL DE DANÇA | Recife - pe
Faixa etária livre
Duração 1h30min
Resultante do Prêmio Interações Estéticas da Funarte de 2009, o espetáculo A Barca (primeira parte da Trilogia Uma história duas ou três) traz a brincadeira do Cavalo Marinho e seus mestres e brincantes para o cerne de um pensamento cênico contemporâneo.
Seguindo a idéia de construir com esses Mestres e Brincantes, e a partir deles, um espetáculo de rua que conta histórias populares e eruditas das mais diversas maneiras, o Grial chega a um espetáculo lúdico, poético, vigoroso e musical. Juntaram-se, nesta empreitada artística, integrantes de diversos Cavalos Marinhos da região da Zona da Mata Norte (o Estrela Brilhante, o Estrela do Oriente, o Estrela de Ouro e o Boi Brasileiro) para criar, junto ao Grupo Grial, um espetáculo que possui, inerente ao seu resultado estético, questionamentos sobre a contribuição das Tradições na construção de um Brasil de hoje.
A participação de artistas de alta qualidade como Mestre Biu Alexandre, Mestre Inácio Jacinto, Sebastião Martelo (já conhecido do Grupo Grial, como protagonista das 03 obras da Trilogia A Parte que nos Cabe) e Luis Paixão, além de outros excelentes brincantes figureiros, faz desse espetáculo uma experiência singular de dança.
Ficha técnica
Direção e Coreografia Maria Paula Costa Rêgo / Intérpretes Aldene Nascimento, Aguinaldo da Silva, Bemilo da Silva, Dayse Marques, Emerson Dias, Fabio Soares, Iara Campos, Ivanice da Silva, Luís Paixão, Mestre Biu Alexandre, Mestre Inácio Jacinto, Sebastião Martelo, Risoaldo da Silva e Vinha da Silva / Operação de Luz Luciana Raposo / Diretor Técnico e de Som Almir Negreiros / Produção Carla Carvalho / Foto Marcelo Lyra.Espetáculo | A GALINHA DEGOLADA
PERSONA CIA DE TEATRO & TEATRO EM TRÂMITE | santa catarina - SC
Faixa etária 12 anos
Gênero drama
Duração 45min
A galinha degolada conta a história do casal Mazzini-Ferraz e seus quatro filhos "idiotas". Portadores de uma doença mental incurável, os meninos sofrem todas as consequências da falta de amor entre os pais. Passado certo tempo, nasce uma menina, que não é acometida pela mesma doença, mas que acaba revelando o verdadeiro sentido da falta de cuidado e amor do casal.
Ficha técnica
Texto Horacio Quiroga / Tradução e adaptação Gláucia Grigolo e Jefferson Bittencourt / Direção Jefferson Bittencourt / Elenco André Francisco, Gláucia Grigolo, Loren Fischer e Samantha Cohen / Cenário e adereço Jânio Roberto de Souza / Figurino Gláucia Grigolo e Samantha Cohen / Maquiagem Adriana Bernardes / Trilha sonora e iluminação Jefferson Bittencourt / Fotografia Cristiano Prim / Técnicos Jefferson Bittencourt e Lorenzo SouzaEspetáculo | REVOLTA NO PAÍS DOS RETALHOS
TEATRO DE RETALHOS (GRUPO TEATRAL SESC ARCOVERDE) | ARCOVERDE - PE
Faixa etária livre
Duração 1h05min
O Espetáculo conta a saga de José da Silva, um cidadão como qualquer outro que quer apenas viver com dignidade. Com a parceria de seu amigo Zequinha Tapioca ruma numa jornada à procura do seu lugar, entre lideres e políticos e entre os poderes vê-se rodeado de coligações e manifestações contrárias aos seus direitos. Temas como acordos partidários, importância do voto e a relação poder-povo são constantes nas andanças de José da Silva. O espetáculo se passa num país com um cenário político tão absurdo que poderia ser o nosso.
Ficha técnica
Adaptação e Direção Edes di Oliveira / Elenco Alex Pessoa, Antony Thiago, Carol Viana, Djaelton Quirino, Eder Lopes, Ênio Felipe / Figurinos e Adereços Tárcio José / Preparação Vocal e musical Eduardo Espinhara / Programação Visual Djaelton Quirino e Marcelo Ewerton / Execução de Figurinos Sandra Lyra / Fotos Martina Freire e Rodolfo Araújo.Espetáculo | A PELEJA DA MÃE NAS TERRAS DO SENHOR DO AÇÚCAR
CONSTRUTORES DE HISTÓRIAS | RECIFE - pe
Faixa etária livre
Duração 1h30min
Ambientado na década de 70, o espetáculo conta a história de "Mãe", uma camponesa simplória, cortadora de cana, esposa e dona de casa, que inicia o seu processo de politização e militância política, mais por amor ao filho sindicalista do que por convicções ideológicas. De mulher sem utopias e, acomodada na sua condição social e humana, ela aos poucos, vai se educando politicamente, na medida em que acompanha as ações do filho Mateus, na sua trajetória de luta pela redemocratização do Brasil nos tenebrosos anos 70, em plena ditadura militar.
Ficha técnica
Direção, Dramaturgia e Cenografia Carlos Carvalho / Assistente de Direção Quiercles Santana / Preparação Corporal Raimundo Branco / Figurinos e Maquiagem Beth da Matta e Julia Marchesini / Técnica Vocal Catarina Menezes / Iluminação Sávio Uchoa / Fotografias Geyson Magno / Produção Executiva Julia Marchesini e Isadora Gibson / Elenco Auricéia Fraga, Dielson José, Flávio Renovatto, Grimário Filho, José Barbosa, Maria Luiza Lopes, Mestre Grimário e Paulo Henrique / Fotos Flavinho.Espetáculo | MAR ME QUER
A OUTRA COMPANHIA DE TEATRO | salvador - ba
Faixa etária livre
Duração 1h
Mar Me Quer, oitava montagem d'A Outra Companhia de Teatro, baseada na obra homônima do moçambicano Mia Couto, narra a saga de Zeca Perpétuo, pescador que foge de seu passado e é guiado por seu Avô Celestiano, morto. Como no jogo do despetalar de uma flor, Zeca brinca de mal me quer e bem me quer, embalado por cirandas e cantigas de roda, recorrendo a suas memórias para conquistar Luarmina, sua amada e vizinha, outrora amante de seu pai – a quem lhe fez uma promessa que custará sua vida.
O grupo visitou comunidades pesqueiras, realizou laboratórios, oficinas e intercâmbio com artistas de RN e PE, ao longo de 09 meses. Este espetáculo (oficina/debate) integra o projeto Outras Histórias contemplado com o Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2009 (montagem) e 2010 (circulação).
Ficha técnica
Direção e Adaptação Luiz Antônio Jr. / Assistente de Direção Israel Barretto, Hayaldo Copque / Elenco Eddy Veríssimo, Luiz Buranga, Manuela Santiago, Roquildes Junior / Consultoria de Dramaturgia e Encenação Fernando Yamamoto / Direção Musical Marcos França / Assistência de Direção Musical Diana Ramos, Roquildes Junior / Preparação Corporal Fábio Vidal / Preparação Vocal Diana Ramos / Músicas Antônio Almeida e Oldemar Magalhães (Marcha do remador – trecho), Diana Ramos (Para o mar ou para a guerra / Mar me quer), Luiz Antônio Jr. (Balada Perpétua de Zeca), Mestre Baracho (Morena vem ver / Meus cabelos brancos) / Cenografia Lorena Torres Peixoto / Caracterização Luiz Santana / Iluminação Marcos Dedé e AC Costa / Operação de Luz Israel Barretto, Luiz Antônio Jr. / Foto Alessandra Nohvais/ Direção de Produção Luiz Antônio Jr. / Produção Executiva Eddy Veríssimo, Manuela Santiago / Assessoria de Comunicação Roquildes Junior / Administração Luiz Buranga.Espetáculo | CONCERTO DE ISPINHO E FULÔ
cia. do tijolo | são paulo - SP
Faixa etária 14 anos
Gênero teatro popular musicado
Duração 2h
Uma Rádio Conexão SP/Assaré anuncia que uma cia. de teatro de São Paulo chega para entrevistar o poeta Patativa. O que seria uma entrevista costumeira se transforma num diálogo entre o popular e o erudito, o urbano e o rural, e culmina com a denúncia de um dos primeiros ataques aéreos contra civis em território brasileiro, que não está nos livros de história.
Ficha técnica
Direção Rogério Tarifa / Elenco Dinho Lima Flor, Fabiana Vasconcelos Barbosa, Lílian de Lima, Rodrigo Mercadante, Karen Menatti, Thaís Pimpão, Rogério Tarifa / Músicos Jonathan Silva, Aloísio Oliver, Maurício Damasceno / Figurino e cenografia Silvana Marcondes e Cia. do Tijolo / Direção musical William Guedes / Dramaturgia Cia. do Tijolo / Supervisão dramatúrgica Iná Camargo / Consciência corporal Érika Moura / Coreografia Jorge Garcia / Iluminação Fábio Retti / Operador de luz Danilo Mora / Programação visual Fábio Viana / Fotografia Alécio Cezar, Cacá Bernardes, Fábio Viana e Juliana Baraúna / Composições Jonathan Silva e Dinho Lima Flor / Produção Alessandra FerrosEspetáculo | QUIPROCÓ
moitará | rio de janeiro- rj
Faixa etária livro
Gênero comédia
Duração 55min
Quiprocó é um espetáculo lúdico que se alimenta do universo cultural brasileiro para a criação de tipos genuínos, com seus sonhos, crenças e costumes, fazendo alguns paralelos com os arquétipos da Commedia dell'Arte. O espetáculo contempla o espírito festivo dos brincantes, a inventividade dos contadores de causos e a criatividade de sobrevivência do povo brasileiro. Em um oportuno encontro, três personagens-tipos, cada um na sua rotina, tentam saciar seus desejos utilizando artimanhas de sobrevivência e, num jogo divertido de quiproquós, deflagram conflitos dos sentimentos humanos.
Ficha técnica
Direção Venício Fonseca / Roteiro, texto e produção Grupo Teatral Moitará / Elenco André Marcos, Erika Rettl e Fabiano Manhães / Preparação de atores com a linguagem da máscara teatral Erika Rettl e Venício Fonseca / Criação das máscaras Venício Fonseca e Erika Rettl / Confecção das máscaras André Marcos, Erika Rettl e Fabiano Manhães / Pintura das máscaras Erika Rettl / Produção executiva Venício Fonseca / Assistente de produção Angela Mattos / Figurino, adereços e cenário Carlos Alberto Nunes / Assistente de figurinos e adereços Lia Farah / Confecção de figurinos Suely Gerhardt (brincantes), Selma de Almeida (personagens) e Berenice Dias Lopes (cenário) / Confecção do boneco Márcia Marques / Pintura de arte, cenário e visagismo Martine Brillard / Educação vocal Alba Lírio / Iluminação Djalma Amaral / Operador de luz AlbertoTimbó / Arranjos das músicas, preparação musical e orientação para acordeon Fáthima Rodrigues / Embolada quiprocó (letra e música) Mauro Menezes / Orientação para violino Frida Maurine / Cenotécnica Antonio Domingues (Tuninho) e Álvaro de Sousa / Assistente de cenotécnica Fagner Campos / Fotografia Celso Pereira e Djalma AmaralEspetáculo | OS QUE VIVEM DENTRO DE NÓS
GRUPOS DE ESTUDOS | PROJETO TELATEATRO | recife - pe
Faixa etária 16 anos
Duração 1h20min
Num trajeto em três etapas e com desdobramentos inesperados, a platéia(*) é levada a testemunhar momentos decisivos da trajetória de vários personagens, gente que habita um mundo paralelo entre a nossa realidade e o universo onde nascem todos os sonhos.
(*) Público máximo de 40 pessoas.
Ficha técnica
Texto Grupos de Estudos do Projeto TelaTeatro / Direção Luiz Felipe Botelho / Intérpretes Ana Carolina Miranda, Ana Dulce Pacheco, Eduardo Japiassu, Hermínia Mendes, Janaína Gomes, Regina Medeiros e Sofia Abreu / Dramaturgia Amanda Torres, Diego Albuck, Elton Rodrigues, Luiz Felipe Botelho, Márcio M. Andrade, Onézia Lima e Ruy Aguiar / Foto Luiz Felipe Botelho/ Operação de Luz, Direção Técnico e de Som, Produção Grupos de Estudos do Projeto TelaTeatro.Espetáculo | palhaços
DRAMART PRODUÇÕES | recife - pe
Faixa etária 16 anos
Duração 1h20min
Solidão, traição, dor, medo, revelação, magia, luta, revolta, confronto, ilusão - Eis alguns elementos que traduzem conflitos existenciais em espaço, tempo e ação aparentemente simples: o camarim de um velho e pequeno circo. No intervalo entre duas sessões. Duas pessoas em conflitos: um palhaço cheio de nuances, submerso em sua intimidade. Um visitante-espectador, um homem limitado ao círculo que sua formação o inscreveu. Uma história que instiga a reflexão sobre a formação dos indivíduos, das relações familiares e afetivas. Sobre o papel social da arte, do artista, do ator, da condição do palhaço. Questões tão massacradas quanto atuais. Então, o que esperar de Palhaços? Quem sabe a busca por respostas submersas pelo óbvio, pelo censo comum, pelo que é pejorativo. Talvez uma história possível em meio a tantas impossibilidades as quais somos impingidos quotidianamente. Ou, ainda, ponderar sobre as escolhas que não fazemos e pensar, afinal, em quem é o palhaço da história.
Ficha técnica
Texto Timocheco Wehbi / Direção, Cenografia, Figurinos e Maquiagem Célio Pontes / Criação e Execução de Iluminação Luciana Raposo / Trilha sonora original e Direção Musical André Freitas / Arte digital e projeção de imagens Hélio Rodrigues / Execução de Sonoplastia Angélica Oliveira / Apoio Técnico e Contra Regra Angélica Oliveira e Hélio Rodrigues / Cenotécnicos Cristovam Sovagem e Cleusson Vieira / Confecção de Figurino Helena Oliveira / Adereços Manuel Carlos / Fotografia Jorge Clésio / Assessoria de Imprensa Leidson Ferraz / Produção Socorro Raposo / Elenco Sóstenes Vidal e Williams Sant'Annna.Espetáculo | EM CADA CANTO UM CONTO
GRUPO ESTAÇÃO DE TEATRO | natal - rn
Faixa etária livre
Duração 50min
Em Cada Canto Um Conto é um espetáculo lúdico e musical repleto de contos e brincadeiras populares documentadas por folcloristas estudiosos da cultura nordestina como Câmara Cascudo e Veríssimo de Melo. No palco, Nara Kelly e Caio Padilha celebram a fantasia e a imaginação, sempre acompanhadas de canções executadas ao vivo e ressaltam, através das histórias contadas, valores tão essenciais ao desenvolvimento humano como a coragem, a lealdade, a honestidade e a cooperação. O enredo surpreendente das histórias parece articular uma série de provações ao caráter, à integridade, e à honra dos personagens. As parlendas, vinhetas e canções emprestam fluidez e um tom divertido que permite momentos de interação com a platéia.
Ficha técnica
Diretor Rogério Ferraz / Atores Nara Kelly e Caio Padilha / Músicas e arranjos Caio Padilha / Figurino João Marcelino / Cenário e Iluminação Rogério Ferraz / Bonecos Heinkel Huguenin (dragão) e Adeny Cachina (burrico) / Contra-regra Manú Azevedo / Fotos Pablo Pinheiro.Espetáculo | dentrofora
IN.CO.MO.DE-TE | Rio Grande do Sul - RS
Faixa etária 14 anos
Gênero tragicomédia
Duração 48min
O espetáculo é uma metáfora sobre o ser humano contemporâneo. Conta o momento em que duas personagens, chamadas apenas Homem e Mulher, se encontram presas em duas caixas. A peça explicita a imobilidade do ser humano perante a vida.
Ficha técnica
Direção Carlos Ramiro Fensterseifer / Elenco Nelson Diniz e Liane Venturella / Cenário Élcio Rossini / Figurino, maquiagem e design gráfico Rodrigo Nahas / Trilha sonora original Álvaro Rosa Costa / Iluminação Cláudia de Bem / Produção In.Co.Mo.De-TE / Fotografia Alex RamirezEspetáculo | ACORDA ZÉ, A COMADRE TÁ DE PÉ!
moitará | rio de janeiro - Rj
Faixa etária livre
Gênero comédia
Duração 55min
Acorda Zé, a comadre tá de pé é um espetáculo farsesco que mergulha no universo cultural brasileiro, fazendo um paralelo entre alguns tipos populares da nossa cultura e personagens da Commedia dell'Arte. O espetáculo conta a epopeia de Zé-di-Riba, um personagem malazarteano, contador de causos, que inventa histórias cheias de vantagens e presepadas para se livrar de "fazer servicinho para os outros". Maria, mulher de Zé-di-Riba, escuta na rádio a notícia de um eclipse. Assustada com as crendices de mau agouro, corre para contar a notícia a seu marido, mas encontra-o deitado na rede, com sua preguiça de sempre. Zé aproveita a oportunidade para contar uma história fabulosa, enrolando Maria em mais um de seus causos. Quando o dia escurece, Zé é premiado com mais uma noite. Sonha que vai procurar emprego na fazenda do Coronel Leitão, cujo capataz e conselheiro é seu arquirival. Sonho e realidade se fundem, transformando tudo num grande pesadelo. Zé, frente a frente com o destino, é colocado em xeque para decidir o curso dessa história.
Ficha técnica
Texto, dramaturgia e direção artística Venício Fonseca / Elenco André Marcos, Diogo Borges, Erika Rettl, Fabiano Manhães, Mariana Bernardes Baltar, Venício Fonseca / Roteiro Venício Fonseca e Erika Rettl / Assistência de direção Erika Rettl e Diogo Borges / Máscaras Donato Sartori e Centro Maschere e Strutture Gestuali (Maria, Conselheiro e Rei), Venício Fonseca (Zé-di-Riba) / Direção musical, composições, arranjos e trilha sonora Mauro Menezes / Desenho e adereço de luz Djalma Amaral / Cenário e figurino Carlos Alberto Nunes / Adereços Carlos Alberto Nunes, Arlete Rua, Thais Boulanger, Manoel Puoci e Nilton Katayama / Preparação dos atores com a linguagem da máscara teatral Erika Rettl e Venício Fonseca / Arranjo de rabeca Beto Lemos / Locução de rádio Mauro Menezes / Gravação da sonoplastia Oyama Sans / Música "Bolero da Caetana": Alba Lírio (voz), Fáthima Rodrigues (acordeom), Mauro Menezes (violão), Pedro Moita (caixa sinfônica) e Ramon Murcia (flauta e percussão) / Educação vocal Alba Lírio / Musicalização e ritmo Bethi Albano / Iluminação Wivison Alves Pereira e Paulo Inácio dos Santos (montagem) / Operador de luz Elisa TandetaEspetáculo | REPRILHADAS E ENTRALHOFAS UM CONCERTO PARA ACABAR COM A TRISTEZA
CIA. 2 EM CENA DE TEATRO, CIRCO E DANÇA | RECIFE - PE
Faixa etária livre
Duração 55min
Segundo espetáculo da Companhia criado a partir da pesquisa Palhaços Brasileiros – A formação do palhaço no Brasil, Reprilhadas e Entralhofas - Um concerto para acabar com a tristeza conta a história de três palhaços (Carambola, Risadinha e Nobre Brasão) que cansados de ouvirem tantas notícias tristes resolvem fazer um concerto de palhaçadas para acabar com a tristeza do mundo. Em meio a jornada os palhaços descobrem quão grande é a tristeza do mundo, mas também descobrem como é grande o batalhão da alegria lutando para acabar com a tristeza.Uma missão impossível para nós meros humanos,mas não para atrapalhados palhaços.
Ficha técnica
Dramaturgia e encenação Alexsandro Silva / Palhaços criadores Arnaldo Rodrigues, Alexsandro Silva e Paula de Tássia / Direção de arte Marcondes Lima / Direção musical Henrique Macedo / Sonoplastia ao vivo Flávio Santana / Concepção de maquiagem Gera Cyber / Concepção de plano de luz Saulo Uchoa / Execução de luz Cindy Fragoso / Execução de figurinos Maria Lima / Execução de cenário Nenzinho e George Cabral / Técnicas Janaina Amorim e Jerlâne Silva / Preparação de palhaços Alexsandro Silva / Olhar de fora Paulo André Viana / Produtores Alexsandro Silva, Arnaldo e Paula de Tássia / Produtor executivo Arnaldo Rodrigues / Realização Cia. 2 Em Cena de teatro,circo e dança.Espetáculo | POLO MARGINAL – OPERETA DE RUA
GRUPO DE TEATRO DE RUA LOUCOS E OPRIMIDOS DA MACIEL | Recife - pe
Faixa etária livre
Duração 1h
Polo Marginal – Opereta de Rua é baseado na obra poética e musical do Jornalista e poeta pernambucano Marco Polo Guimarães e conta a história de um grupo de artistas saltimbancos que decidem aportar no centro do Recife, trazendo a força da poesia e da música como forma de provocar as pessoas com relação à sensibilidade e a emoção presente em cada um de nós, com poemas fortes e lancinantes, o espetáculo propõe uma radiografia dos problemas comumente observados nos grandes centros urbanos. O espetáculo faz um resgate das músicas da Ave Sangria, célebre banda recifense dos anos 70 do qual o autor era vocalista e compositor.
Ficha técnica
Encenação Carlos Salles / Elenco Carlos Salles, Celso José, Damiana Júlia, Eduardo Filho, Fábio Calamy, Gê Domingues, Rodrigo Torres / Maquiagem Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel / Sonoplastia Ao vivo – Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel / Figurinista Gê Domingues / Foto Isaías Belo / Produção Eduardo Filho e Carlos Salles.Espetáculo | O EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS
GRUPO DE TEATRO DE RUA LOUCOS E OPRIMIDOS DA MACIEL | Recife - pe
Faixa etária livre
Gênero tragicomédia
Duração 70min
A partir do acontecimento dramático do desaparecimento de um filho e seu hipotético retorno à casa dos pais depois de um longo período, mãe, namorada, irmão e pai iniciam uma investigação emocional e psicológica pelos caminhos percorridos pelo rapaz em sua longa ausência. O conflito familiar é o ponto de partida para uma longa reflexão sobre a condição humana, no que ela tem de bela, doce, engraçada, cruel e trágica. Mateus, o filho que retorna, é um segredo a ser desvendado pelo público. Os personagens dialogam abertamente com a plateia sobre suas expectativas, medos, ansiedades e desejos. Tentam viver seus personagens e, simultaneamente, refletem sobre a condição de atores que representam um drama, nem sempre agradável, diante de um público nem sempre receptivo. Um exercício de radicalidade dramatúrgica e rompimento dos padrões naturais de interpretação.
Ficha técnica
Texto e direção Edson Bueno / Elenco Regina Bastos, Luiz Carlos Pazello, Marcelo Rodrigues, Janja, Diego Marchioro / Figurino Áldice Amaral / Cenário Gelson Amaral / Assistência de cenário Diego Marchioro / Iluminação Beto Bruel / Sonoplastia Marco Novack / Direção de produção Tânia Araujo e Diego Marchioro / Fotografia Sérgio VieiraEspetáculo | É NóIS NA XITA
NAMAKAcA | são paulo - SP
Faixa etária livre
Gênero circo, teatro de rua
Duração 45min
Espetáculo infanto-juvenil que recorre intensivamente ao humor. Descontraído, dinâmico e cheio de variedades e atrações, mostra em 45 minutos o convívio entre três personagens, os palhaços Cara de Pau, Montanha e Cafi, que disputam os aplausos do público, aceitando os próprios equívocos como fonte de inspiração e improvisação. Utiliza-se de linguagens e técnicas circenses como malabarismo, monociclo, acrobacias, equilibrismo e palhaçadas. É também musical, brincando com instrumentos como o cavaquinho, o pandeiro e diferentes efeitos percussivos. Com uma montagem rápida e versátil, o espetáculo É nóis na xita transforma qualquer lugar em um verdadeiro circo e pode ser realizado em praças públicas, ruas, escolas, ginásios, teatros e sob lonas de circo.
Ficha técnica
Direção Alexandre Roit / Atuação, percussão, cavaquinho e vocal André Carvalho, Cafi Otta e César Lopes / Figurino e cenário Grupo Namakaca / Contrarregragem Fernando NicoliniEspetáculo | MADLEIA + OU - DOIDA
CIA. DO CHISTE | recife - pe
Faixa etária 14 anos
Duração 50min
Madleia + ou – doida trata-se de um espetáculo baseado no formato da colagem teatral. O roteiro traçado por Henrique Celibi converge para um conceito historicamente muito caro ao teatro brasileiro, já que através desta técnica, as companhias podiam apresentar cenas de autores diversos à altura da economia de suas produções; é também revelador de um lado positivo da inventividade cênica, no sentido que busca dar ao espetacular, e por conseguinte verdadeiramente teatral a importância que lhe é devida. A montagem busca na Música Popular Brasileira (MPB) as expressões de desvario dessa mulher traída e revoltada, que conclama os orixás para trazer "seu" homem de volta.Madleia retira a força das relações estáveis para inserir a personagem numa contemporaneidade líquida. Ao convocar um repertório da música popular brasileira de teor romântico, a montagem parece dividir a protagonista em várias outras. A que reage de várias formas ao abandono; a que não suporta o desamor do homem que ela ajudou a construir. Da maquiavélica que elabora uma vingança cruel contra a mulher que fisgou seu amado. E a que atenta contra seus filhos pequenos, como forma de punir o pai.
Ficha técnica
Direção Carlos Bartolomeu / Iluminação Beto Trindade / Cenografia Henrique Celibi / Figurinos e Maquiagem Henrique Celibi / Bailarinos Daniel Silva e Júnior Matias / Execução de luz Antônio Nogueira / Execução de Sonoplastia Jennifer / Produção ARIEUGON Produções e Eventos – Antonio Vicente Nogueira / Foto Paulinho Mafe.Espetáculo | MÃE CORAGEM
MERIDA URQUIA | cuba
Faixa etária livre
Duração 50min
Mãe Coragem, em uma viagem épica, emotiva e crítica sobre os desdobramentos do momento em que o homem se impõe através da força. O espetáculo conta como uma mulher jogada em meio à invasão sueca na Polônia (1624) passa a viver da venda de alimentos e quinquilharias. Nessa jornada em busca da sobrevivência, o texto de Brecht abre os olhos para a condição sub-humana na qual a guerra empurra a todos.
A montagem apresenta a atriz cubana desenvolvendo entre os diversos personagens – mãe, filha, filhos, soldados, além do narrador. O cenário possui poucos elementos e traz apenas uma carroça e alguns objetos. A trama se desenrola, sobretudo, entre Mãe Coragem e sua filha muda, através das quais o texto é sintetizado também sobre as possibilidades expressivas do corpo e voz da atriz cubana.
Ficha técnica
Teatro A Cuestas de Cuba | Atriz Merida Urquia | Direção e dramaturgia Ricardo MuñozEspetáculo | A MORTE DO ARTISTA POPULAR
ESCOLA SESC DE TEATRO | JABOATÃO DOS GUARARAPES - PE
Faixa etária 16 anos
Duração 1h20min
Espetáculo de conclusão da Escola Sesc de Teatro, do Sesc Piedade, com direção de Antonio Cadengue e texto de Luís Augusto Reis. A peça apresenta múltiplos ângulos de discussão e leitura: dos meandros das políticas públicas da cultura ao papel da arte na sociedade contemporânea. Além disso, enceta uma reflexão acerca da natureza da obra de arte, em suas ambiguidades e interface com a realidade.
Ficha técnica
Elenco Biagio Pecorelli, Camilla Rios, Diogo Testa, Dolores Efrem, Evilasio de Andrade, Felipe Cavalcanti, Ingrid de Souza, Julyana Caminha, Mauro Monezi, Roberto Brandão, Thaysa Zooby e Tiago Gondim / Texto Luís Augusto Reis / Encenação Antonio Cadengue / Cenografia Doris Rollemberg / Trilha Sonora Original Eli-Eri Moura (Citação da Canção I Love You, de Lou Reed) / Gravação de Trilha Sonora Eli-Eri Moura, Marcelo Macedo (Estúdio Peixe-Boi) / Músico | Saxofone José de Arimatéia Formiga Veríssimo / Músico | Guitarra e Violão Marcelo Macedo / Poema Cadengue no Merengue Wilson Araújo de Sousa / Figurinos e Maquiagem Adriana Vaz / Cenotécnica Marc Aubert / Iluminação Naná Sodré e Agrinez Melo – O Poste: Soluções Luminosas / Coreografias e Preparação Corporal Paulo Henrique Ferreira / Preparação Vocal Leila Freitas / Programação Visual e Adereços Cênicos Gráficos Claudio Lira / Confecção das Máscaras Manuel Carlos de Araújo / Confecção de Figurinos Bene (São Paulo); Graciette Caminha e Maria das Dores Fernandes de Brito (Recife) / Operação de Data-Show Cristiano Ferraz / Operação de Luz Rodrigo Batista / Operação de Som Emanuella de Jesus / Fotografias Hans Von Manteuffel / Direção de Produção Ana Júlia da Silva / Assistência de Direção Thaysa Zooby / Realização Escola Sesc de Teatro - Sesc Piedade.Espetáculo | CABANAGEM
Corpo de Dança do Amazonas | Amazonas - AM
Faixa etária livre
Gênero dança
Duração 50min
A Cabanagem foi uma revolta popular na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política regencial. Diversas batalhas fizeram com que o movimento ficasse marcado pela violência. O espetáculo, não narrativo, apropria-se da essência da Cabanagem e utiliza a linguagem do coreógrafo Mário Nascimento para traduzir o espírito de resistência, de luta, de revolta e de preservação das culturas do local. A pesquisa para o espetáculo partiu da literatura de Márcio Souza e Marilene Corrêa.
Ficha técnica
Direção artística Monique Andrade e Getúlio Lima / Elenco Adan Souza, Adriana Góes, André Duarte, Ângela Duarte, Baldoino Leite, Fabian Aarão, Flávio Soares, Gentil Neto, Getúlio Lima, Helen Rojas, Liene Neves, Marilucy Lima, Meire Jane Melo, Rosely Reis, Sumaia Farias, Valdo Malaq / Figurino Mário Nascimento e Corpo de Dança do Amazonas / Concepção e coreografia Mário Nascimento / Produção musical DJ Marcos Tubarão / Iluminação Mário Nascimento / Operador de luz Monique Andrade / Produção Carla Lee / Fotografia Ruth JucáEspetáculo | A TECELÃ
CAIXA DO ELEFANTE | Rio Grande do Sul - RS
Faixa etária 12 anos
Gênero teatro de animação
Duração 50min
Uma tecelã capaz de converter em realidade tudo o que tece com seus fios busca preencher o vazio de seus dias criando, para si, o suposto companheiro ideal. O espetáculo trata, de forma poética, da solidão feminina, das dificuldades de relacionamento e do poder criativo como possibilidade de transformação. Mesclando diferentes linguagens, a dramaturgia visual é conduzida por uma trilha musical envolvente, que induz o espectador a experimentar um clima onírico.
Ficha técnica
Direção de encenação, dramaturgia e concepção estética Paulo Balardim / Assessoria para efeitos especiais de ilusionismo Eric Chartiot / Direção musical e composição de trilha original Nico Nicolaiewsky / Elenco Carolina Garcia, Alice Ribeiro e Rita Spier / Construção de bonecos, silhuetas de sombra e cenotécnica Cia. Caixa do Elefante Teatro de Bonecos / Figurino Margarida Rache, Rita Spier / Iluminação Bathista Freire e Daniel Fetter / Produção de vídeos Beterraba Filmes / Manipulação de imagens em vídeo Zé Derli / Técnico de som Gabriel Lagoas / Operador de luz Daniel Fetter / Assistente de pesquisa em tecelagem Patrícia Preiss / Coordenação de produção Carolina Garcia / Assistente de produção Gabriela Mallmann e Luana MarquesEspetáculo | PALHAÇOS EM CONSERTO
DOUTORES DA ALEGRIA | recife - pe
Faixa etária livre
Duração 1h
Um grupo de palhaços besteirologistas, após o seu dia de trabalho nos hospitais, se encontra no palco com uma séria pianista para o ensaio de um concerto. Cada um, com sua particularidade, se depara com as dificuldades de lidar com a matemática exata da música e a disciplina para alcançar um belo resultado musical.
O espetáculo, com uma abertura inspirada no filme – O Baile, de Ettore Scola - é dividido em três partes:
- Momento Besteirológico - com canções trabalhadas nos hospitais;
- Momento Bolsa Nova - com músicas do gênero Bossa Nova;
- E o Momento No Quintal de Casa - com músicas do cancioneiro popular, mais especificamente do Nordeste brasileiro, que faz um resgate das brincadeiras de rua e brincadeiras populares.
Palhaços Em ConSerto é um belo espetáculo, divertido, leve e que agrada a todas as idades.
Ficha técnica
Direção Fernando Escrich / Assistente de Direção Enne Marx / Figurinos e Maquiagem Doutores da Alegria / Criação e Execução de Iluminação Luciana Raposo / Execução de Sonoplastia Música ao vivo - Doutores da Alegria / Apoio Técnico e Contra Regra Nice Vasconcelos / Produção Enne Marx / Fotos Luciana Dantas.Espetáculo | DEMONSTRAÇÃO DE TRABALHO: EXERCÍCIO DRAMATÚRGICO DA PESQUISA | PARALELAS DO TEMPO - A TEATRALIDADE 'DO NÃO SER'
COMPANHIA FIANDEIROS DE TEATRO | recife - pe
Faixa etária 16 anos
Duração 1h20min
Três cenas que têm como pano de fundo o universo dos moradores de rua, pesquisados pela Companhia Fiandeiros por cerca de um ano. As cenas foram construídas a partir dos experimentos realizados pelos atores da Companhia nas ruas do Recife e trazem basicamente quatro questões recorrentes durante as nossas observações: agressividade, sexualidade, solidão e inércia. Este trabalho não tem a intenção de contar histórias sobre moradores de rua. Nele, estão apenas a fragmentação dos conceitos acima descritos em três momentos distintos, onde os personagens parecem estar num estado de espera constante. O Presente, A Cura e Salobre, são três pretensos exercícios de dramaturgia que tentam teatralizar uma dura realidade. Uma realidade de mundos invisíveis aos nossos olhos, mas que não são mais do que puro reflexo da nossa própria incapacidade de enxergar a nós mesmos.
Ficha técnica
Direção André Filho / Criação e execução de Iluminação Suzana Vital / Direção de Arte Manuel Carlos / Elenco Daniela Travassos, Kellia Phayza, Paula Carolina, Jefferson Larbos, Manuel Carlos, Renata Teles / Pesquisa e execução de Sonoplastia André Filho / Produção Daniela Travassos.Espetáculo | NO PIREX
Armatrux | Minas Gerais - MG
Faixa etária 12 anos
Gênero comédia
Duração 60min
Boquélia, a dona da casa, Bencrófilo, o garçom jovem, Bonita, a cozinheira, Ubaldo, o garçom velho, e Alcebíades, o velho, são personagens que, em volta de uma mesa, dão vida a essa história que mais parece um pesadelo cômico. Ou um jantar surrealista? Uma festa macabra? Uma versão gótica do Mad Tea Party do país das maravilhas? Tudo isso ou nada disso: a piração do No pirex é aberta a múltiplas leituras do público.
Ficha técnica
Direção Eid Ribeiro / Assistentes de direção Raquel Pedras e Paula Manata / Dramaturgia Eid Ribeiro e Grupo Armatrux / Elenco Cristiano Araújo, Eduardo Machado, Paula Manata, Raquel Pedras e Tina Dias / Cenário e figurino Eduardo Félix / Trilha sonora Eid Ribeiro / Design de luz Bruno Magalhães e Bruno Cerezolli / Produção executiva Simone Rosa / Técnico de som André Dulci / Supervisor técnico de montagem José Geraldo Rosa / Fotografia Bruno Magalhães/Agência NitroEspetáculo | O FIO MÁGICO
MÃO MOLENGA TEATRO DE BONECOS | pernambuco - PE
Faixa etária crianças maiores de 7 anos e adultos
Gênero teatro de animação
Duração 60min
O fio mágico é a história de Gérard, um menino impaciente que recebe o dom de adiantar o tempo manipulando o fio de sua própria vida. Mesmo diante de uma situação fantástica, que aparentemente resolveria seus problemas, o personagem se depara com conflitos entre o bem e o mal, o envelhecimento e a inevitabilidade da morte. A vivência o leva a construir outro olhar sobre o significado da vida. A história mostra que é possível vencer obstáculos e ser bem-sucedido mesmo sem ter um dom especial.
Ficha técnica
Direção cênica e de arte Marcondes Lima / Autora Carla Denise / Elenco Fábio Caio, Marcondes Lima, Fátima Caio / Criação dos bonecos Marcondes Lima e Fábio Caio / Execução dos bonecos e adereços Atelier do Mão Molenga e convidados: Altino Francisco, Elias Costa e Lucas Torres / Direção musical Henrique Macedo / Composições Henrique Macedo e Carla Denise / Confecção de cenário Atelier do Mão Molenga / Marcenaria Gustavo Araújo Teixeira / Cenário em 2D George Cabral / Confecção de figurino (atores e bonecos) Maria Lima / Programação visual e Design de luz Sávio Uchoa / Operador de luz Pedro Vilela / Técnico de som José Neto / Fotografia e divulgação Carla Denise / Produção Mão Molenga Teatro de BonecosEspetáculo | ESTAR AQUI OU ALI?
VISÍVEL NÚCLEO DE CRIAÇÃO | recife - pe
Faixa etária 12 anos
Duração 50min
Estar aqui ou ali? É um espetáculo solo de dança contemporânea, do intérprete-criador Kleber Lourenço em cruzamento com as linguagens do teatro e da performance.
Aborda através do corpo a relação entre os deslocamentos e as cidades construindo uma reflexão sobre os espaços comuns e as particularidades de diferentes paisagens. A pesquisa se desenrola a partir da reunião de materiais diversos e únicos que identificam, assemelham e diferenciam o homem nordestino e sua necessidade de êxodo apresentando um apanhado histórico e atual de realidades urbanas.
De dezembro de 2010 a fevereiro de 2011 foi contemplado no Programa de Candidaturas Internacionais do LAC – Laboratório de Actividades Criativas da cidade de Lagos em Portugal, onde foi desenvolvido em residência artística.
Ficha técnica
Pesquisa, Criação e Interpretação Kleber Lourenço / Colaboração e Orientação de criação Jorge Alencar / Trilha Sonora Original Missionário José / Operação de som Mozart Santos / Direção de arte A equipe / Design Gráfico Gabriel Azevedo / Fotos Jorge Pereira / Produção e Realização Visível Núcleo de Criação.Espetáculo | DE-VIR
Cia. Dita | Ceará - CE
Faixa etária 18 anos
Gênero dança
Duração 40min
Quatro performers pontuam as interferências do corpo com seu ambiente. O corpo entendido como uma mídia que avança por acelerações, rupturas e desacelerações, desmembra, constantemente, uma nova roupagem. De-vir propõe intensificar esses movimentos ondulatórios engendrando a ideia de um novo design, que pode recompor a disposição e a ordem dos elementos essenciais das estruturas físicas de uma pessoa.
Ficha técnica
Direção e coreografia Fauller / Assistência de direção Wilemara Barros / Bailarinos Wilemara Barros, Henrique Castro, Marcelo Hortêncio, Fauller / Música Ryoji Ikeda / Técnico de som Wilenaina Barros / Iluminação Fernando Peixoto / Operador de luz Fábio Oliveira / Fotografia Alex Hermes / Produção Ato Produção e Marketing CulturaEspetáculo | O MUNDO TÁ VIRADO
Imbuaça | Sergipe - sE
Faixa etária livre
Gênero teatro de rua
Duração 60min
O texto é fruto da união de três histórias curtas que refletem com humor a condição ingênua do ser humano e seu antônimo: a esperteza. Elementos convencionais da ação teatral aliam-se a novos procedimentos estéticos. O grupo construiu a poética do espetáculo com rimas, imagens, música e dança.
Ficha técnica
Texto e concepção Iradilson Bispo / Elenco Isabel Santos Neves, Manoel Luiz Cerqueira, Lindolfo Amaral, Luciano Lima, Talita Calixto, Rita Maia, Carlos Wilker, Kessia, Mercya, Rose Moura / Trilha sonora Cancioneiro popular (músicas folclóricas, domínio popular) / Técnico de som Cristiano Andrade / Montagem Rogers Nascimento SantosEspetáculo | DIVINAS
DUAS COMPANHIAS | recife - pe
Faixa etária livre
Duração 50min
O processo de criação de Divinas iniciou em janeiro de 2010 e foi baseado na interação dos artistas envolvidos e o público desde o princípio. Em abril, com a presença do dramaturgo e encenador Moncho Rodriguez, a celebração teve sua primeira mostra pública no Centro Apolo Hermilo. Ainda não finalizada a montagem, as atrizes seguiram com a pesquisa artística. Em novembro de 2010 uma nova integrante reúne-se a companhia: Adelvane Néia.
A celebração Divinas levará à cena (praças, teatros, feiras, adros de igrejas...), de forma poética e bem humorada, 3 figuras contadoras de história, que falam sobre o sagrado feminino existente em todos os seres, sua força e delicadeza presentes desde a nossa ancestralidade até os dias de hoje. Tudo em diálogo com a música, a linguagem do cordel, a poesia popular e a arte do palhaço e dos bonecos.
Ficha técnica
Dramaturgia Marcelo Pelizzoli, Samarone Lima e Silvia Góes / Direção Moncho Rodriguez (1ª fase), Adelvane Néia (2ª fase) / Elenco Fabiana Pirro, Lívia Falcão e Odília Nunes / Cenário, Figurinos, Bonecos e Adereços Criação coletiva / Criação e Execução de Iluminação Luciana Raposo / Maquiagem Fabiana Pirro, Lívia Falcão e Odília Nunes Execução de Sonoplastia Marcelo Sampaio / Trilha Sonora Clayton Barros e Luiz Carlos / Cenotécnico e Contra Regra Valter Nascimento / Identidade Visual Tito França / Fotos Daniela Nader / Produção Fabiana Pirro, Lívia Falcão e Odília Nunes.Espetáculo | TEATRO CHAMADO CORDEL
Imbuaça | Sergipe - sE
Faixa etária livre
Gênero teatro de rua
Duração 60min
Três textos da literatura de cordel, "O matuto com o balaio de maxixi", de José Pacheco, "A moça que bateu e virou cachorra", de Rodolfo Coelho Cavalcante e "Malandro e Graxeira no chumbrego da orgia", de vários cordelistas, são intercalados por danças e músicas folclóricas. Em clima de muito humor, o espetáculo apresenta o universo fantástico da literatura popular. A cena é invadida por personagens do cotidiano que discutem questões universais.
Ficha técnica
Textos "O matuto com o balaio de maxixi", de José Pacheco, "A moça que bateu e virou cachorra", de Rodolfo Coelho Cavalcante e "Malandro e Graxeira no chumbrego da orgia", de vários cordelistas / Adaptação Antonio do Amaral, Benvindo Sequeira e João Augusto / Elenco Isabel Santos Neves, Manoel Luiz Cerqueira, Lindolfo Amaral, Iradilson Bispo, Luciano Lima, Talita Calixto, Rita Maia, Carlos Wilker, Kessia, Mercya, Rose Moura / Trilha sonora músicas folclóricas / Técnico de som Cristiano Andrade / Montagem Rogers Nascimento SantosEspetáculo | O ACIDENTE
VISÍVEL NÚCLEO DE CRIAÇÃO | recife - pe
Faixa etária livre
Duração 55min
O Acidente traz à tona a discussão sobre as relações afetivas e sociais na contemporaneidade, através da encenação de um texto que traça um olhar forte e íntimo sobre o ser humano. Toca em temas recorrentes na vida de homens urbanos: a solidão, o isolamento, o amor e a falta de comunicação. O enredo da peça trata de uma constante nas relações amorosas: a imagem que uma pessoa idealiza da outra sem conhecê-la. No espetáculo, Mário e Mírian são funcionários de uma empresa, que criaram uma idéia de cada um para si e moldaram suas vidas baseadas nisso.
Acidentalmente, na festa de aniversário de Mário, só Mírian aparece. Nessa noite, encurralados nessa paixão latente, os dois se revelam e descobrem suas verdadeiras identidades. Presos num pequeno apartamento, tudo vai se descortinando e suas vidas ganhando forma. Um quebra-cabeça que vai sendo montado vagarosamente com o olhar de fora, o do público.
Ficha técnica
Direção Fausto Filho / Direção de Arte Java Araújo / Dramaturgia Bosco Brasil / Trilha Sonora Original Orlando Nascimento / Atores Sandra Possani e Kleber Lourenço / Criação e Execução de Iluminação Luciana Raposo / Execução de Sonoplastia José Neto / Produção Kleber Lourenço, Sandra Possani e Virgínia Carvalho / Fotos Osmário Marques / Realização Visível Núcleo de Criação.Espetáculo | CORDEL DO AMOR SEM FIM
O POSTE: SOLUÇÕES LUMINOSAS | recife - pe
Faixa etária 12 anos
Duração 1h
Cordel do Amor sem Fim se passa na cidade de Carinhanha, sertão baiano, às margens do Rio São Francisco, na cidade vivem três irmãs – a velha Madalena, a misteriosa Carminha e a jovem e sonhadora Tereza – por quem José é apaixonado. Drummondianamente, Carminha ama José, que ama Tereza que ama Antônio, um viajante forasteiro por quem ela se apaixonara no porto da cidade, exatamente no dia em que um almoço marcaria seu pedido de casamento feito por José. Toda a trama então se desenrola em função do tempo de espera de Tereza pela volta de Antônio que vai interferindo na vida dos personagens de forma decisiva.
Ficha técnica
Direção e Cenografia Samuel Santos / Criação de Iluminação O Poste: Soluções Luminosas / Figurinos Agrinez Melo / Maquiagem Rosinha Galvão / Atores Agrinez Melo,Eliz Galvão, Naná Sodré, Thomás Aquino / Execução de Iluminação Igor Ehric / Execução de Sonoplastia Diogo Lopes / Apoio Técnico e Contra Regra O Poste: Soluções Luminosas / Foto Aryella Lira / Produção O Poste: Soluções Luminosas e Samuel Santos.Espetáculo | O DRAGÃO
Amok | rio de janeiro - rj
Faixa etária 12 anos
Gênero drama
Duração 80min
O dragão é uma criação sobre o conflito entre israelenses e palestinos a partir de fatos e depoimentos reais. Pelo olhar de quatro personagens, dois palestinos e dois israelenses, suas trágicas histórias e suas humanidades expostas, o Amok Teatro revela a experiência comum da dor e as diferenças que não mais separam, mas simplesmente distinguem e religam as pessoas. Ultrapassando as barreiras históricas e geográficas, o espetáculo coloca em foco o homem diante da violência de sua época. O dragão é um espetáculo sobre o diálogo e a paz, sobre a possibilidade de encontrar, atrás da crueldade e da violência, uma real humanidade.
Ficha técnica
Direção Ana Teixeira / Montagem do texto Ana Teixeira e Stephane Brodt / Elenco Stephane Brodt, Kely Brito, Bruce Araujo e Fabianna de Mello e Souza, em alternância com Márcia do Valle / Figurino Stephane Brodt / Cenário Ana Teixeira / Música Beto Lemos (criação e interpretação), em alternância com Marcelo Müller (tocando alaúde, darbuka, bodhran e viola de gamba) / Assistente de direção Kely Brito / Iluminação Renato Machado e Rodrigo Maciel (operação) / Costureira Dora Pinheiro / Professora de árabe Samaher Omran Muhmed / Professora de hebraico Miriam Weitzman / Fotografia Fernanda Ramos / Produção Erick FerrazEspetáculo | KABUL
Amok | rio de janeiro - rj
Faixa etária 12 anos
Gênero drama
Duração 75min
Kabul traz quatro faces da guerra, quatro personagens em busca de dignidade e de humanidade confiscadas por décadas de violência, quatro retratos de um Afeganistão visto de dentro das casas, por trás das cortinas e dos véus. O espetáculo é uma criação que partiu de duas fontes: um livro, As andorinhas de Cabul, do escritor argelino Yasmina Khadra, e uma imagem real, uma mulher coberta com uma burca azul sendo executada publicamente no estádio de Cabul, em novembro de 1999. O espetáculo estreou em 2009 e recebeu o prêmio Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR) na categoria especial para a música, executada ao vivo com instrumentos persas e afegãos.
Ficha técnica
Direção, texto e concepção Ana Teixeira e Stephane Brodt / Elenco Stephane Brodt, Kely Brito, Bruce Araujo e Fabianna de Mello e Souza, em alternância com Márcia do Valle / Figurino Stephane Brodt / Cenário Ana Teixeira / Música Beto Lemos (criação e interpretação), em alternância com Rudá Brauns (tocando santour, tombak, saz kumbuz, daf, kamantché) / Iluminação Renato Machado / Operador de luz Rodrigo Maciel / Costureira Dora Pinheiro / Fotografia Andréa Teixeira / Produção Erick Ferraz
